sexta-feira, 30 de outubro de 2015

"Extractos"



Já nada sou do fui outrora
O tempo em que a mulher começa
A sonhar para a vida
E com intensidade a vida devora
Tempo que espera tudo aconteça
Sonhos, amor e muita alegria.


Hoje dói-me todo o corpo
Não é dor de dor é desilusão
São as lágrimas de silencio morto
A inocência adulta do coraçao
Que se transforma lentamente a chorar
As cordas do violino quebraram a madrugada
A minha voz faz eco a cantar
Nada sou do que fui - sou alvorada

Escrito por: Angelina Alves



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